Sem dúvida alguma, vivemos uma revolução na música eletrônica, que se iniciou quando os DJs de techno e house abandonaram as velhas e irritantes "buzinas de caminhão" para substituí-las por sintetizadores modernos de voz e teclado. Isso ampliou (e muito) as possibilidades de criação e produção musical por meio de programas de computador, como o Sony Acid, o Dance E-Jay, o Cubase SX, o Reason e o Project 5. A qualidade do som também melhorou sensivelmente, devido à utilização de mesas e pickups de última geração. Porém, a batida de 125 a 130 bpm (batidas por minuto, do inglês beats per minute) das músicas de techno foram substituídas pela de 145 bpm do estilo atualmente consagrado pelas massas; o "psytrance" (que na verdade se denomina full-on trance, caracterizado por batidas rápidas, baixos e sintetizadores melodiosos).
O full-on tornou-se popular e conquistou milhares de fãs no planeta. Nomes como 1200 mics, Eskimo, Astrix e Infected Mushroom deram início ao estilo que, mais tarde, decaiu profundamente com o aparecimento do psy-metal; Skazi, Paranormal Attack e outros foram responsáveis pela massificação do "psytrance", incluindo novos elementos como guitarras distorcidas. No entanto, ainda existem grandes nomes do full-on, como Alien, X-Noise, Bizzare Contact, Double Impact, Phanatic e os brasileiros Wrecked Machines (Top 5) e a DJ Kitty.
Após dessa queda do full-on, outros estilos com o bpm mais baixo foram surgindo, como o progressive trance (batidas de 130 bpm, possui elementos do trance como baixos melódicos, só que mais grooveados), o progressive house (mais conhecido como proghouse, é derivado do house original com batidas mais lentas e dançantes), o electro (com a variante electrohouse, possui batidas de aproximadamente 125 bpm e suas características mais marcantes são baixos eletrônicos grooveados e efeitos de teclado psicodélicos) e o minimal (a ausência de muitos elementos melódicos desse estilo é compensada por uma maior variação dos elementos de percussão). Existem outros estilos também, como o drum'n'bass, o hardtechno, o tribal e o acid.
Bom, por hoje é só.
Good Vibes!
O full-on tornou-se popular e conquistou milhares de fãs no planeta. Nomes como 1200 mics, Eskimo, Astrix e Infected Mushroom deram início ao estilo que, mais tarde, decaiu profundamente com o aparecimento do psy-metal; Skazi, Paranormal Attack e outros foram responsáveis pela massificação do "psytrance", incluindo novos elementos como guitarras distorcidas. No entanto, ainda existem grandes nomes do full-on, como Alien, X-Noise, Bizzare Contact, Double Impact, Phanatic e os brasileiros Wrecked Machines (Top 5) e a DJ Kitty.
Após dessa queda do full-on, outros estilos com o bpm mais baixo foram surgindo, como o progressive trance (batidas de 130 bpm, possui elementos do trance como baixos melódicos, só que mais grooveados), o progressive house (mais conhecido como proghouse, é derivado do house original com batidas mais lentas e dançantes), o electro (com a variante electrohouse, possui batidas de aproximadamente 125 bpm e suas características mais marcantes são baixos eletrônicos grooveados e efeitos de teclado psicodélicos) e o minimal (a ausência de muitos elementos melódicos desse estilo é compensada por uma maior variação dos elementos de percussão). Existem outros estilos também, como o drum'n'bass, o hardtechno, o tribal e o acid.
Bom, por hoje é só.
Good Vibes!
2 comentários:
fala broww
muito legal sua iniciativa, precisar de apoia para comunidade ou administrar o serviço entre em contato veio..
Pois a muito areas isoladas só Psy/Trance, só Drum'n'Bass e demais.
é isso ae
Dj Bueno
cleitonclecar@yahoo.com.br
Bacana as vertentes do Trance, mas como curtidor da essencia desse som, tenho que discordar qndo tu comento sobre Skazi e Paranormal com a ideia do Psy Metal...
curti teu post sobre musica eletronica,
vo te seguir esperando mais assuntos desse nivel...
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